Trabalhadores
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A Direção da Organização do PCP da Região da Guarda saúda todos os trabalhadores do ensino que aderiram de forma massiva à greve na passada sexta-feira, dia 3.
Também no distrito da Guarda a greve teve grande expressão, encerrando, por exemplo as escolas do Agrupamento de Stª Clara (Guarda), Escola EB23 Guilherme Correia Carvalho (Seia), Escola EB23 Abranches (Seia), a escola do 1º Ciclo de Figueira Castelo Rodrigo, o Agrupamento de Almeida/Vilar Formoso, a Escola EB2 de Pinhel, a Escola Secundária Seia, o Agrupamento Carolina Beatriz Ângelo, o Centro Escolar da Sequeira, a Escola Secundária de Vilar Formoso e o Agrupamento Escolas de Celorico Beira.
Com esta greve, os trabalhadores não docentes afirmam a sua unidade na luta pela reposição de direitos, de carreiras específicas, do estatuto do pessoal não docente, de emprego estável, contra a municipalização e por um diálogo efetivo com o Ministério da Educação.
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A Direcção Regional da Guarda do PCP manifesta-se solidária com luta dos trabalhadores da empresa Solnave (cantina do Hospital da Guarda), em luta no passado dia 2 de Novembro.
Os trabalhadores realizaram uma greve, com uma adesão de 100%, saindo à rua e concentrando-se à porta da administração do Hospital. Estes trabalhadores exigem o pagamento dos seus salários atempadamente. A título de exemplo, o salário do passado mês de Setembro foi pago apenas no dia 13 de Outubro.
Refira-se ainda que a administração do Hospital violou o direito à greve, tendo recorrido aos serviços de uma empresa exterior para compra das refeições. O sindicato que representa estes trabalhadores fez entretanto a denúncia desta violação à Autoridade para as Condições de Trabalho.

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A União de Sindicatos da Guarda denunciou uma vez mais a grave carência de profissionais de saúde que afeta a ULS da Guarda.
Ler comunicado AQUI.
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Realizaram-se, no passado Domingo, as comemorações do 1º de Maio na Guarda. Estas comemorações, organizadas pela União de Sindicatos da Guarda, tiveram lugar no Jardim José de Lemos, tendo-se aí realizado a 35ª Grande Corrida Popular. Daí partiu também a Marcha contra a precariedade que percorreu as ruas do centro da cidade.


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Depois de 21 dias em greve e concentrados a frente da Serralã, os trabalhadores desta empresa de confeções da freguesia de Trinta (Guarda), conseguiram o pagamento dos salários em atraso e outros valores em dívida.
Chegou assim ao fim a greve que juntou 34 dos 39 trabalhadores, que se encontravam concentrados à frente da empresa desde o dia 12 de Janeiro. A luta dos trabalhadores foi justificada pela existência de salários em atraso, a dívida de dois terços do subsídio de Natal de 2014 e de retroativos de 2011.
O acordo foi assinado pelo advogado da empresa, pela advogada dos trabalhadores e pelos representantes dos trabalhadores do Sindicato dos Têxteis da Beira Alta (CGTP-IN). O pagamento dos valores em atraso será realizado durante os meses de Fevereiro, Março e Abril, e o pagamento do salário passará a ser pago entre os dias 8 e 10 de cada mês.
Os dirigentes da União de Sindicatos da Guarda (CGTP-IN) estiveram presentes em solidariedade com os trabalhadores desta empresa, que com esta ação demonstraram que a luta é a arma dos trabalhadores e do povo contra os abusos do patrões.
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