Intervir, Lutar, Avançar
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Realizou-se hoje, na Guarda, uma sessão pública com a presença de Armindo Miranda, membro da Comissão Política do Comité Central do PCP.
Sob o lema, "Intervir, Lutar, Avançar", discutiu-se a actual situação política, bem como as propostas do Partido para uma Política Patriótica e de Esquerda, e o reforço do Partido, condição imprescindível para levar a cabo a luta necessária.

Em defesa dos serviços dos CTT na Guarda
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Depois da descaraterização da estação de correios no concelho de Seia, dos encerramentos das estações de correios nos concelhos de Manteigas, Fornos de Algodres e Figueira Castelo Rodrigo, está em marcha a descaraterização da estação de correios da cidade da Guarda, que deixa de prestar um serviço público à população da cidade e das aldeias do concelho.
A Comissão Concelhia da Guarda do PCP alerta que os postos que funcionam em estabelecimentos comerciais não prestam os mesmos serviços que as estações dos CTT.
A comissão Concelhia da Guarda do PCP mais uma vez recorda o processo que já conduziu ao encerramento de vários postos e estações dos Correios no Distrito. A degradação da prestação de serviços dos CTT não pode ser desligada da política de sucessivos governos PS, PSD e CDS que visava privatizar este importante serviço. Os novos donos (grandes grupos económicos estrangeiros) querem retirar lucros rápidos e aproveitar a rede dos CTT para implantar um Banco – que sempre foi adiado quando a empresa era pública - enquanto degradam o serviço público postal.
Sessão Pública do PCP na Guarda
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A Organização Regional da Guarda irá organizar no próximo dia 16 de Novembro, pelas 14 horas uma sessão pública no IPDJ, com a presença de Armindo Miranda, membro da Comissão Política do Comité Central do PCP.
Problemas do Serviço Nacional de Saúde no concelho de Seia
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A Comissão Concelhia de Seia publicou a seguinte nota relativa aos problemas do Serviço Nacional de Saúde no Concelho.
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O PCP tem vindo a chamar a atenção para os problemas dos serviços de saúde no Concelho de Seia. No ano de 2018 denunciou o corte nos transportes de doentes não urgentes, a falta de médicos, enfermeiros, assistentes técnicos e operacionais, motoristas e, também, a falta de viaturas necessárias à deslocação dos profissionais de saúde, nomeadamente enfermeiros, no âmbito da UCC – Unidade Cuidados na Comunidade e da USCSP – Unidade de Saúde de Cuidados Personalizados e, ainda o estado de degradação das intalações do Centro de Saúde de Seia, para além de ser um espaço insuficiente que não responde ás necessidades.
O PCP tem vindo a afirmar que a realidade do concelho comprova que a redução ou encerramento de unidades de saúde, levada a cabo pelos sucessivos governos PS, PSD e CDS, colocou em causa o acesso das populações aos mais elementares cuidados de saúde, sendo, como sempre, os utentes os principais prejudicados nomeadamente os mais desfavorecidos.
O PCP tem vindo a denunciar a não existencia de médicos de recurso ou a sua insuficiencia para colmatar a ausência de médico de família para todos os utentes, situação que acaba por agudizar, sempre que por motivos de saúde, os próprios médicos não podem exercer.
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