Trabalhadores

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Trabalhadores, activistas e dirigentes sindicais da Guarda reuniram-se ontem, pelas 14,30 na Alameda Santo André, Guarda, no âmbito sa Jornada Nacional de Luta, organizada em todo o país pela CGTP. 

Na sua intervenção, o Coordenador da União de Sindicatos da Guarda exigiu o aumento dos salários, o fim da precariedade e trabalho com direitos.

Assim se manifestou uma vez mais a confiança e a determinação dos trabalhadores e do seu movimento sindical unitário na luta por um Portugal com futuro.

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Encontra-se em distribuição um documento que dá conta das intervenções do distrito da Guarda no XXI Congresso do PCP.

Os Trabalhadores podem sempre contar como PCP.

Ler documento AQUI.

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Realizou-se no passado sábado, dia 26 de Setembro, uma manifestação na cidade da Guarda, inserida na Acção de Luta Nacional, organizada pela CGTP/Intersindical.

A mais de meia centena de trabalhadores e ativistas sindicais reuiniu-se na Alameda, junto ao Parque da Saúde. Aí respeitando todas as regras exigidas pela situação extraordinária da pandemia, o coordenador da União dos Sindicatos da Guarda, afirmou as razões da acção de luta, exigindo melhores salários e pensões, o aumento significativo do Salário Mínimo Nacional, a valorização de carreiras e profissões, a garantia da segurança no emprego e a contratação colectiva.

Os trabalhadores seguiram num cordão humano até junto à Igreja da Misericórdia, no centro da cidade, afirmando as palavras de ordem da ação de luta.

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Realizou-se, em Seia, a manifestação 1"maio, sob o lema Avançar nos Direitos, Valorizar os Trabalhadores. Nela participaram trabalhadores de vários sectores da administração pública e do sector privado, como os trabalhadores empresa DURA (Guarda), que se encontram sob ameaça de perda dos postos de trabalho.
 
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Realizou-se ontem, na Guarda, a Marcha pela Liberdade e pelo Emprego com Direitos, organizada pela União de Sindicatos da Guarda. Apesar do mau tempo, a marcha contou com trabahadores de todo o distrito, nomeadamente trabalhadores da DURA, que se encontram sob ameaça de despedimento.
Um destes trabalhadores teve oportunidade de intervir no finalda marcha, junto ao edifício da Câmara Municipal, afirmando a determinação dos trabalhadores na defesa dos postos de trabalho. Seguiu-se a intervenção do coordenador da União, que afirmou a importância da defesa das conquistas de Abril por parte dos trablahdores, nomeadamente do emprego com direitos. A iniciativa terminou com os trabalhadores e entoarem a Grândola, Vila Morena, senha dos militares de Abril para a revolução.